sábado, 19 de maio de 2012

Contos Eróticos - Foda com o policial



Contos Eróticos - Foda com o policial


Essa era uma época que eu era muito louca, chegava a ser inconsequente. Sai de uma festa com um garoto que conheci lá. Muito gatinho e gostoso. Também tinha 18 anos. Na volta pra casa íamos dando uns amassos dentro do carro mesmo. Ele já estava com o falo duro e eu, molhadinha. Mas estávamos sem grana para ir a um motel. Então, ele parou numa ruazinha escura perto da minha casa. E foi aí comecei a chupar o pau gostosinho dele. Era um pau mediano, mas muito saboroso. Estava chupando deliciosamente, quando fomos surpreendidos por uma luz forte em direção ao vidro do carro. Na hora, ficamos assustados pensando que íamos ser assaltados. Mas depois vimos que era um policial. O gatinho até tentou guardar seu membro latejante dentro da calça, mas não deu tempo. O policial que estavca com a laterna mandou ele abrir o vidro rápido. Eu continuava vestida. O policial então perguntou: “O que é que vocês estão fazendo aqui nessa rua perigosa?” O gatinho, gaguejando disse: “Estamos conversando, senhor”. O policial deu uma olhadinha para o pau dele, que ainda estava um pouco duro, e retrucou: “Conversando? E caralho aí apontando?”

O gatinho foi tentar se explicar, mas o policial não deixou e disse: “Você – apontando para mim – desça do carro.” Então, eu assustada desci. Então, olhou para o gatinho e disse: “Você fica aqui dentro, ouviu?” Ele somente assentiu. 

Desci do carro e fui em direção ao policial. Ele então disse q eu pusesse as mãos no carro. Assim o fiz. Ele então foi passando a mão pelas minhas pernas... pelas minhas coxas... pulou para minha cintura... passou pelos meus peitos e ficou. Começou acariciando... depois apertou... beliscou de leve os biquinhos... Nessa hora, meu medo virou tesão. Sentia minha xana piscar.

Depois de se divertir um pouco com meus seios, ele foi me revistar abaixo da cintura. Desceu as mãos e encontrou minha bundinha. Passou as mãos. Levantou minha saia e elogiou minha minpuscula calcinha: “Hummm... que calcinha linda! Adoro calcinha atolada no cuzinho!” Eu apenas virei o rosto e dei um risinho safadinho. Ele então passou os dedos na minha bucetinha e ficou acariciando bem gostoso. Minha calcinha já estava toda melada. 

Nessa hora senti ele colando o corpo dele no meu e esfregando o pau dele na minha bundinha. E roçava gostoso com mais força pra eu sentir o pau dele duro dentro da calça. Enquanto ele roçava ele sussurrou no meu ouvido: “Tá sentindo minha arma? Quer brincar com ela, puta?” E eu respondi: “Quero!” Então ele me virou de frente pra ele, fez eu me agachar, tirou a rola latejante de dentro da calça e disse: “Toma! Brinca com ela o quanto quiser, vadia safada.” Então, eu cai de boca naquela rola gostosa. Chupei, suguei deliciosamente. 

Depois ele me levantou e disse que queria me chupar. Então, abri um pouco minhas pernas e ele se afundou na minha xana. Eu rebolava com uma louca. Ele me fez gozar muito gostoso na boca dele. Nessa hora percebi que o gatinho que deixei no carro batia uma punheta bem gostosa. Fiquei com mais tesão ainda, vendo dois homens se deliciarem comigo. 

Depois que ele me chupou e me fez gozar disse que queria que minha xana engolisse o pau dele. Olhou para o gatinho e disse q ele abrisse o porta-malas. E o gatinho assim o fez pelo dispositivo dentro do carro mesmo. Então ele me colocou de quatro dentro do carro e mandou ver na minha buceta. Fudeu muito gostoso... Meteu toda a rola dentro de mim com força, me rasgou toda. Fudia e puxava meu cabelo me levando a encostar o corpo nele. E ele falava sacanagens no meu ouvido: “Nunca fudi uma puta tão gostosa como você, sabia?”, “Gosta de rola dentro da buceta, né?” As sacanagens só faziam o tesão aumentar até que eu gozei novamente... Ele disse que ia gozar também. Então eu disse que ele gozasse na minha boca, porque eu adorava beber porra. Assim, ele esporrou todo o leitinho dele na minha boquinha. Foi uma delícia! 

Depois ele disse que adorou a trepada e que eu fosse com cuidado para casa. Olhou para gatinho, que nessa hora já tinha gozado duas vezes também, e disse: “Dirija com cuidado.”

Posteriormente, encontrei esse policial na faculdade que estudava e fingi que nada havia acontecido. Já o gatinho nunca o vi novamente.

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